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Jorge Torlasco – Wikipédia, a enciclopédia livre
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2026-06-18 12:11:05
# Jorge Torlasco – Wikipédia, a enciclopédia livre Jorge Edwin Torlasco (Buenos Aires, 20 de junho de 1935 Buenos Aires, 3 de outubro de 2014) foi um advogado, jurista e magistrado argentino que se destacou por ter integrado à Câmara Nacional de Apelações Criminais e Correcionais, que em 1985 condenou aos oficiais militares que governaram o país durante a ditadura chamada Processo de Reordenação Nacional (1976-1983) no chamado Julgamento às Juntas. Nascido em 20 de junho de 1935, Jorge Edwin Torlasco era natural de Buenos Aires. Realizou seus estudos secundários no Colégio Nacional de Buenos Aires e os universitários na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires. Ingressou-se na carreira jurídica no ano de 1959. Atuou como promotor de justiça em Terra do Fogo e juiz federal penal em Santa Cruz e cidade de Buenos Aires. No ano de 1983, ainda durante a ditadura militar argentina, sendo juiz de instrução declarou a inconstitucionalidade da lei de autoanistia ditada pela última junta de comandantes. Entre os anos de 1984 até 1986 desempenhou-se a função de juiz da Câmara Nacional de Apelações Criminais e Correcionais da Capital Federal. Nesse período participou do Caso 43/85 da Câmara Nacional de Apelações Criminais e Correcionais, o histórico Julgamento às Juntas militares que se realizou em 1985, presidindo o tribunal na primeira parte do mesmo. Em 1986, renunciou ao seu cargo quando o presidente Alfonsín ordenou ao promotor geral das Forças Armadas apressasse as causas pendentes aos militares.Em setembro de 1987, antes da sanção da Lei de Obediência Devida, Torlasco declarou: A Argentina aprovou a primeira lei que deixa a tortura impune. Após sua renúncia como juiz, voltou ao exercício da advocacia particular, junto a seu sócio León Arslanián, que foi seu colega na Câmara Nacional. Faleceu em 3 de outubro de 2014, na sua cidade natal, Argentina.
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