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Soneto 19 – Wikipédia, a enciclopédia livre
S8
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2026-03-27 00:11:08
# Soneto 19 – Wikipédia, a enciclopédia livre \nDevouring Time, blunt thou the lion's paws,\nAnd make the earth devour her own sweet brood;\nPluck the keen teeth from the fierce tiger's jaws,\nAnd burn the long-liv'd phoenix, in her blood;\nMake glad and sorry seasons as thou fleet'st,\nAnd do whate'er thou wilt, swift-footed Time,\nTo the wide world and all her fading sweets;\nBut I forbid thee one most heinous crime:\nO! carve not with thy hours my love's fair brow,\nNor draw no lines there with thine antique pen;\nHim in thy course untainted do allow\nFor beauty's pattern to succeeding men.\n\nYet, do thy worst old Time: despite thy wrong,\nMy love shall in my verse ever live young."}},"i":0}}]}" id="mwAg"> Soneto 19 é um dos 154 sonetos de William Shakespeare. Como nos sonetos 1 a 126, apresenta o Conde de Southampton como alvo principal, diferentemente dos seguintes, do 127 ao 154 onde musa preferida é the dark lady (a Dama Morena). Tempo voraz, corta as garras do leão, E faze a terra devorar sua doce prole; Arranca os dentes afiados da feroz mandíbula do tigre, E queima a eterna fênix em seu sangue; Alegra e entristece as estações enquanto corres, E ao vasto mundo e todos os seus gozos passageiros, Faze aquilo que quiseres, Tempo fugaz; Mas proíbo-te um crime ainda mais hediondo: Ah, não marques com tuas horas a bela fronte do meu amor, Nem traces ali as linhas com tua arcaica pena; Permite que ele siga teu curso, imaculado, Levado pela beleza que a todos sustém. Embora sejas mau, velho Tempo, e apesar de teus erros, Meu amor permanecerá jovem em meus versos. Tempo voraz, amputa as garras do leão, E a terra faz comer a própria descendência; Tira os dentes do tigre, anula a sua ação, A fênix torna em cinza, apaga a sua essência; Faz clima ledo ou mau enquanto tu deslizas, E qualquer coisa mais que os pés possam querer Para o entorno do mundo e suas doces brisas; Mas um hediondo crime eu paço não fazer: Das horas não dispor para o meu bem rugar, Nem nele desenhar com plumas do começo; Permite em teu setor a sua tez poupar, Como um belo padrão aos homens de sucesso. Velho tempo, provoca o que tens de mais rude - Em meu verso meu bem manter a juventude. Tempo voraz, ao leão cegas as garras E à terra fazes devorar seus genes; Ao tigre as presas hórridas desgarras E ardes no próprio sangue a eterna fênix. Pelo caminho vão teus pés ligeiros Alegres, tristes estações deixando; Impões-te ao mundo e aos gozos passageiros, Mas proíbo-te um crime mais nefando: De meu amor não vinques o semblante Nem nele imprimas o teu traço duro. Oh! permite que intacto siga avante Como padrão do belo no futuro. Ou antes, velho Tempo, sê perverso: Pois jovem sempre há-de o manter meu verso.
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